Miss Brasil desfila e arrasa na passarela
A bela morena Natália Rodrigues Guimarães, de 22 anos, Miss Brasil, arrasou na segunda noite do 14º Flamboyant Fashion. Simpática Natália esbanjou charme e energia no desfile da TNG. Vestindo uma calça jeans de cintura alta e top cor de rosa, ela provocou muitos suspiros na passarela. Com 1,75 metro, pesando 57 quilos, dona de medidas quase perfeitas, a 2ª colocada no Miss Universo 2007 provou mais uma vez que é uma rainha mesmo sem ter recebido o cetro principal. Ela entrou na passarela em três ocasiões, na última com um vestido de lantejoula belíssimo.
Atualmente, Natália é uma das concorrentes do quadro Dança no Gelo, do Domingão do Faustão, da Rede Globo, onde ensaia passos de dança em cima de patins. Tudo com direito a um sem número de tombos. Nada que lhe roube o bom humor. A segunda noite do 14º Flamboyant Fashion trouxe os desfiles das grifes Forum e TNG.
Fonte: OpopularComeça hoje a 14ª. Edição do Flamboyant Fashion, o mais tradicional evento de moda de Goiás
De hoje até quinta-feira, Goiânia vai respirar moda com a 14ª. Edição do Flamboyant Fashion. As instalações do evento foram montadas no deck parking do Shopping Flamboyant numa área de 6,4 mil m2. O espaço conta com sala de desfiles com capacidade para um público de 1.100 pessoas além de dois camarins, lounges e espaços de patrocinadores e área convivência.
A sustentabilidade é mote principal do evento dando continuidade ao trabalho iniciado na edição de abril deste ano. Seguindo a linha do politicamente correto, a organização conduziu toda a montagem das instalações a partir do reaproveitamento de madeiramento e tecidos utilizados nas edições anteriores. Tudo isso espelhado no exemplo do São Paulo Fashion Week que há dois anos começou a se preocupar com o aquecimento global e com o uso racional da água.
ais de 500 profissionais envolvidos participam desde a montagem do evento que começou há quinze dias até a desmontagem que termina no final da semana que vem. Com um investimento de R$ 500 mil o evento conta com oito desfiles além de eventos paralelos como a exposição de telas de Laurice Noleto. Na passarela os desfiles da Ellus, Pura Mania, Forum, Tng, Lilica & Tigor, Renner, Vide Bula e Spezzato Teen.
ébora seco desfila para Pura Mania enquanto a miss Brasil Nathália Guimarães risca a cat walk da TNG. A lLilica Ripilica & Tigor investe nos atores mirins Matheus Costa e Sofia Terra. Já a Renner investe na simpatia e no sucesso do ator Gustavo Leão, o Mateus de Paraíso Tropical.
Flamboyant Fashion, Deborah Secco brilha em desfile
A atriz Deborah Secco foi a grande estrela da passarela do primeiro dia do Flamboyant Fashion ontem. No desfile da Puramania, ela arrancou suspiros da platéia ao percorrer a passarela branca com degrau de tapete em lurex dourado, tom que dominou a coleção da grife de Londrina (PR). Nas três entradas, as roupas realçaram as curvas da atriz, como no primeiro look com a calça justa em jeans índigo com bordados cor de ouro. As demais roupas, minivestido e short com colete curto deixaram as pernas e a barriga malhada à mostra.
Em entrevista exclusiva realizada antes do desfile, ela contou que gostaria de ficar mais tempo para aproveitar a cidade, mas não poderá porque vai realizar ensaio fotográfico para um amigo em São Paulo, o estilista Rogério Figueiredo, hoje à tarde. “Já estive em Goiás, mas descia do avião e ia direto para a fazenda de amigos. Quero conhecer a cidade”, disse. Ela não falou da próxima novela – recebeu convite mas não fechou contrato – da vida pessoal ou do namorado Roger.
A Puramania mostrou uma coleção inspirada no street wear com releituras usáveis e de puro luxo. Já a Ellus foi marcada pela veia esportiva, numa apresentação de jeans em tons de cinza.
Moda está na moda

“A moda não é mais um enfeite estético, um acessório decorativo da vida coletiva; é sua pedra angular. A moda terminou estruturalmente seu curso histórico, chegou ao topo do seu poder, conseguiu remodelar a sociedade inteira à sua imagem: era periférica, agora é hegemônica”. Lipovetsky
A moda é uma fonte de novidades que estimulam nosso desejo e há muito tempo deixou de ser apenas sinônimo de glamour e frivolidade para tornar-se um poderoso fenômeno social e de grande importância econômica.
Numa época de grandes transformações geradas pela crescente globalização da economia e dos mercados, é importante uma análise das condições pelas quais a moda se estrutura e se organiza para atingir seus objetivos de crescimento e expansão.
O Brasil é o 6º maior parque têxtil do mundo. Toda a cadeia produtiva soma um total de aproximadamente 30 mil empresas. Em 2006, o mercado de moda no Brasil produziu 7,2 bilhões de peças e consumiu 1 milhão de toneladas de têxteis. O faturamento total do setor foi de US$ 32,5 bilhões e 1,65 milhão de empregos.
Em 2006, o investimento das 17,5 mil empresas que atuam na confecção de vestuário, meias e acessórios têxteis foi da ordem de US$ 103,6 milhões. A maior parte da produção está no Sul/Sudeste. Juntas, as regiões reúnem 86% da produção nacional.
As empresas de pequeno e médio porte representam quase 70% da produção, no entanto, a maior parte dos empregos do setor é gerada nas empresas de pequeno porte.
O recorte por público-alvo mostra que são as mulheres as grandes consumidoras de moda no país. A moda feminina responde por 41% da produção. Já o público masculino representa 35% do mercado. A moda infantil tem participação de 18% e a chamada moda bebê, apenas 5%.
Em 2006, o saldo da balança comercial foi US$ 684,17 milhões – o aumento foi de 4,11% em relação a 2005. As exportações totais chegaram a US$ 2,2 bilhões, um aumento de 5,8% comparado a 2005. Já as importações totais foram de US$ 1,51 bilhão – um crescimento de 6,68% em relação ao ano anterior, A participação brasileira no mercado mundial é de 0,4%. A produção anual de algodão pluma é de 1,3 milhão de toneladas.
O complexo têxtil é composto atualmente com aproximadamente 4.931 indústrias têxteis e 18.000 confecções registradas.
A cadeia industrial têxtil, englobam-se de maneira organizada, todo o processo, desde a matéria-prima (fibras naturais ou artificiais), até o produto desenvolvido e confeccionado nas lojas para o consumidor final.
“Timing da moda”
Existe uma espécie de calendário comum, que chamamos de “timing da moda”, que nos ajuda no entendimento dos processos. As cores são pensadas e decididas de 24 a 30 meses antes da estação em que a roupa estará na vitrine de uma loja; os fios são desenvolvidos 18 meses antes da estação, 12 meses antes os tecidos e 09 meses a confecção (roupas, acessórios, complementos).
As coleções eram vendidas e apresentadas ao varejo pelo menos 06 meses antes da estação chegar, porém, observamos que a cada ano o mercado antecipa mais essa data, estruturado no trinômio da moda.
Sustentação da moda
O trinômio tecnologia, criação e tendência é o principal eixo de sustentação da área de moda, e o ingresso na profissão pressupõe muito estudo para a preparação e desenvolvimento técnico e intelectual.
Esse universo tão complexo e cheio de vertentes que é a moda, tem a intenção de motivar a descoberta e a identificação de todo o potencial do mercado que tem gerado as mais diversas oportunidades de trabalho no mundo inteiro.
Mais do que cor e textura, passarela, vitrine, movimentos e interesses, evolução histórica, mercado, tecnologia, negócios dentre outros, a moda é, fundamentalmente, trabalho num universo de ampla repercussão cultural e econômica. As oportunidades profissionais dessa área não só existem, como crescem a cada dia, num processo diversificado, contínuo e cada vez mais aberto a todos os tipos de talento.
Complexo têxtil
O complexo têxtil engloba vários segmentos: produção de fibras, fiação, tecelagem, malharia, acabamento e confecção e ainda ser incluídos na cadeia segmentos dos setores agroindustrial, químico e de bens de capital, responsáveis pelo fornecimento de matérias-primas e equipamentos.
Diante dessa realidade, a área tem apresentado um constante crescimento de profissionalização, assim como um desempenho de expressivos resultados tanto no Brasil como no exterior. Em virtude desse fenômeno, observamos o surgimento de profissionais com perfis bastante distintos dos conhecidos até pouco tempo.
Para atender à demanda de profissionais para atuar no mundo do trabalho, desde 1988 surgiram diversos cursos de graduação e pós-graduação.
Cursos de Moda
Atualmente, o Brasil é um dos países com o maior número de cursos na área. São mais de 80 cursos em nível de graduação nas modalidades bacharel, tecnológico e seqüencial, e, mais de 40 em nível de especialização, MBA e um em nível de mestrado. Os estados com maior número de cursos de graduação são: São Paulo [30]; Santa Catarina[17]; Rio de Janeiro [11]; Paraná [10]; Minas Gerais [10]; Rio Grande do Sul [6].
E ainda contamos com profissionais experientes na prática do mercado, que aliados à busca continua de conhecimentos técnicos, expressam uma parte importante nesse sistema em total mudança de comportamento e atitude.
A moda é concreta, tem caráter, identidade e emoção. Essas características do sistema necessitam de profissionais preparados para condução da sua dinâmica empresarial. Totalmente inserida no mundo dos negócios, em um mercado com uma grande responsabilidade para a economia brasileira.
A “moda está na moda” para um olhar, um estilo, um negócio, um comércio, uma ocupação um nome.
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Sobre a Moda e o Consumo
O mais recente desfile da dupla Viktor and Rolf na semana de moda parisiense condensa todo um pensamento de moda, um pensamento sobre moda e um pensamento para a moda.
Pensamento de moda pois revela em sua exposição uma profunda noção daquelas estruturas e mecanismos de significação que separam irremediavelmente Moda e Vestuário.
Pensamento sobre moda pois mostra que determinados criadores da moda são capazes de propor novas teorizações em torno da Moda feminina não somente através de suas roupas mas igualmente por meio das imagens que propõem para inserir estas roupas e que acabam por gerar significações que se considerariam improváveis caso estas imagens inexistissem.
Pensamento para a moda pois trazem novos encaminhamentos de sentido para uma indústria e prática em permanente carência de renovadas significações.
Para que se adentre o território da Moda femina , é preciso que se lapide seu conceito. Lapidar , como já o sabemos, requer a escultura de um objeto , o que , por sua vez , demanda que se extirpe o excesso de matéria que impede o surgimento do escultórico.
A Moda , ainda que mantenha os mais estreitos vínculos com o Vestuário, não se limita a ele. É óbvio que a Moda e seus ciclos de releitura e inovação paradoxais e perpétuos traduzem-se nas roupas como inovação têxtil (matérica) e formal (eidética).
Para que se entenda a Moda, contudo, é preciso que se compreenda a inserção destas roupas em imagens , ou melhor, em encenações da Moda. Os desfiles, os editoriais , as peças publicitárias concebidas para veicular os produtos e signos da Moda colocam em cena ficções de fantasia e desejo que se encontram, na verdade , na base de sustentação daquilo que se nomeia o Sistema da Moda.
Profundamente atrelado à lógica pós-moderna das marcas , como nos ensina Andrea Semprini em A marca pós-moderna , o Sistema da Moda constitui um infinito e multimidiático teatro de imagens e relações de significação que balizam e alimentam o edifício e lógica do consumo.
Nas imagens do último desfile de Viktor and Rolf , sintetizam-se e reúnem-se conteúdos de uma reflexão acerca da lógica de mostrar roupas em corpos de modelos (corpos modelares , a servirem de modelo e serem copiados) , que comumente caracterizam os desfiles de moda.
Viktor and Rolf nada fazem senão apontar para o caráter altamente artificial da apresentação de roupas em uma passarela. Espetáculos que aliás são longamente ensaiados e produzidos com crescente cuidado e ares de superprodução teatral.
Ao exibirem modelos suspensas por estruturas que remetem a gigantes cabides , a dupla holandesa parece rir da crença generalizada que equipara as modelos de passarela a cabides de roupas.
Irônicos , Viktor and Rolf a um só tempo inserem novas formas de pensarem-se as encenações de desfiles e desnudam a estruturação do grandioso e absurdo espetáculo que é fazer de conta que não estamos ali com o exclusivo intuito de comprar. Pois , na verdade, não estamos.
Contenham o assombro. Permitam-me que os conduza pelo caminho de sentido aqui proposto.
Estamos envoltos por tudo que embalam estas imagens , prontos para nos deixarmos consumir pelo deleite inescapável destas narrativas visuais , para que possamos comprar.
É entre a distância entre comprar e consumir que , por ora , esquadrinhamos aqui o abismo entre Moda e Vestuário. Comprar é ativo. Consumir-se pressupõe deixar-se consumir em desejo e danação pela retórica de persuasão das imagens da Moda.
Fonte: Marco Antônio Ramos VieiraCoordenador N.E.M (Núcleo de Estudos de Moda) da UniCEUB/DF
Alessandra Ambrosio e Grazi Massafera são a cara da Zoomp e representam as diferentes mulheres que a marca quer atingir
As eleitas da marca são bem diferentes, mas tem em comum a beleza e o poder. A top Alessandra Ambrósio, atual “angel” nº1 da Victoria’s Secrets, deu um rasante pelo Brasil para desfilar com exclusividade para a marca e posar para a campanha verão 08. Com a agenda lotada de compromissos no circuito Europa-Estados Unidos, a modelo ficou apenas três dias por aqui.
Também cheia de compromissos profissionais, Graziela Massafera é a outra escolhida para representar a mulher de Zoomp. Com a carreira em franca ascensão, a atriz é a queridinha do momento e posou pela primeira vez para uma marca de roupas. Mostrou que além de linda tem talento e é uma das maiores apostas da rede Globo. Por essas e outras, é a estrela da próxima campanha de jeanswear da Zoomp. “Sempre gostei da Zoomp. Foi a primeira calça de marca que comprei”, disse ela, durante o ensaio com Jacques Dequeker.
Expovestir
No primeiro dia do evento, lojistas demonstraram otimismo com as vendas e, entre os consumidores, predominaram os clientes fiéis da feira.
Os 116 lojistas que participam da 18ª Feira de Moda Expovestir, que está sendo realizado no Centro de Convenções de Goiânia, estão comercializando roupas, calçados, bolsas e acessórios com descontos, em média, de 50%. No primeiro dia da feira, dezenas de consumidores tradicionais da Expovestir já esperavam a abertura dos portões para comprar peças de ponta de estoque e lançamentos de coleções das principais confecções goianas. Os lojistas estão praticando preços de atacado no evento e esperam um bom volume de vendas nesta segunda edição anual da feira. O estande da Batom Ruge, que está vendendo blusas com preços a partir de R$ 5, conjuntos por R$ 15 e calças a R$ 10, ficou lotado de consumidoras assim que o evento teve início. A proprietária Karine Lúcia Moreira, que participa desde a segunda edição da feira, conta que as vendas sempre são muito boas. Segundo ela, a Expovestir é o único evento em que a empresa vende direto ao consumidor.
A Diáfana Lingerie, outra confecção já tradicional na Expovestir, está vendendo várias peças com descontos de 50%, menos lançamentos. “Esperamos vender mais que nas últimas edições porque a economia do País está melhor”, prevê a proprietária da marca, Odalea Bueno. A proprietária da Zélia Carneiro Calçados, Zélia Elaine Carneiro, está vendendo sandálias e sapatos da coleção anterior com preços de R$ 15 a R$ 30. Ela participa todo ano porque os resultados são sempre positivos. “Aproveitamos o evento para lançar a nova coleção e acabar com o estoque anterior”, diz.
No estande da confecção Teia Du Corpo, o visitante encontra descontos de até 50% sobre os preços praticados na loja. A proprietária da loja, Terezinha Pereira e Silva, informa que os produtos de ponta de estoque têm descontos ainda maiores. “Trouxemos várias peças da nova coleção primavera-verão. Estamos mais confiantes que na edição de março e nos preparamos melhor”, destaca. No estande da Willy Bolsas, o visitante compra qualquer peça por R$ 19,90. A vendedora Márcia Pacheco garante que a loja trouxe várias novidades para a feira.
A Liciely Semi-jóias está praticando preços de atacado, com descontos de 10% nas compras à vista. O proprietário Francisco Lacerda conta que levou vários lançamentos em cores e modelos para a feira, de acordo com as novas tendências da moda. “Este ano, a primeira edição já foi bem melhor que a de 2006”, lembra. A Kariza Designs apresenta na Expovestir cortes de tecidos especiais que permitem a montagem de até 100 modelos diferentes de roupas.
A maioria dos visitantes é formada por clientes cativos da Expovestir. A gerente de Recursos Humanos Vânia Pinheiro Tatagiba diz que visita a feira todo ano porque o evento oferece preços menores que nas lojas, e concentra todo tipo de produtos de vestuário e acessórios num mesmo lugar. “Todo ano aproveito para comprar tudo que estou precisando e renovar o guarda-roupa da família”, destaca.
A engenheira de alimentos Mara Lina conta que já visitou quase todas as edições da feira porque sempre encontra muitas opções de modelagens, cores e tamanhos num mesmo local. “É mais fácil comprar aqui, onde estão as melhores marcas de Goiás, que ficar andando de loja em loja”, justifica. Já a assistente administrativa Andreia Cristina dos Santos esteve na Expovestir pela primeira vez ontem, para conhecer a feira. “Ouvi muito falar e vim conferir de perto.”
Fonte: OpopularProcesso de fabricação do tencel
O TENCEL® é uma fibra de celulose feita a partir da polpa de madeira, um recurso natural e renovável que é retirado de florestas gerenciadas e auto-sustentáveis.Diferentemente das lavouras de algodão, a cultura da polpa requer usos limitados de pesticidas e herbicidas. E as árvores usadas para a polpa produzem sete vezes mais celulose por hectare do que o algodão.Os fornecedores de polpa para TENCEL® exercem a administração responsável de floresta e são credenciados por associações tais como a Sustainable Forestry Initiative, SFI.
A sinergia entre a natureza e a tecnologia é mais impressioante no processo de fabricação do TENCEL®, através do uso de solvente em “ciclo fechado”. Um solvente não-tóxico de óxido de amina dissolve a polpa de madeira em uma solução viscosa que é filtrada e, em seguida, extrudada e lavada para remover o solvente.
Os resíduos são insignificantes – mais de 99,9% do solvente é reciclado. O processo de produção do TENCEL® é, inerentemente, muito mais limpo do que o da viscose, reduzindo significativamente as emissões e consumindo menos energia.
A TENCEL® produz suas fibras satisfazendo as condições rigorosas estabelecidas pelo padrão ISO 14001 de gerenciamento ambiental.
A Fioretto é sinônimo de moda feminina, oferecendo produtos com qualidade conforto, toque ultraconfortável e com uma fibra ecologicamente correta o tencel.
Coleção Outono Inverno 2007 Fioretto
A Fioretto desenvolve seus produtos para suprir as necessidades de uma jovem mulher e jovem senhora, com fibra ecologicamente correta, qualidade, toque ultraconfortável e um caimento perfeito, o melhor da moda feminina outono, inverno, primavera e verão e com a coleção outono inverno fioretto.